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dc.contributor.authorWada, Elizabeth Kyoko
dc.contributor.authorAmikura, Liliane
dc.contributor.authorVilkas, Adiler
dc.date.accessioned2019-10-10T13:32:42Z
dc.date.available2019-10-10T13:32:42Z
dc.date.issued2018
dc.identifier.urihttp://riull.ull.es/xmlui/handle/915/16445
dc.description.abstractOs megaeventos esportivos criam fluxos com diferentes objetivos, perfis, pertencentes a diversos segmentos de Turismo. No Brasil, eventos como a Copa do Mundo em 2014 e a Rio 2016 permitem levantar a problemática: Por que a comunidade local brasileira, considerada hospitaleira em seu cotidiano, não conseg‑ ue transpor essa característica para sua atuação profissional na recepção de visitantes nacionais e estrangei‑ ros? As proposições foram: (P1) Apesar de representar um stakeholder primário, a comunidade local carece de legitimidade, urgência e poder em sua inserção nas decisões de ações de Turismo em megaeventos; (P2) A população local não se sente inserida no megaevento, ou seja, não se estabelece uma relação de hospitalidade entre os entes organizadores e a comunidade local; (P3) O Japão, ao resgatar o conceito de omotenashi para a escolha como sede para as Olimpíadas 2020, trouxe a comunidade local como principal atrativo para os visi‑ tantes.Objetivou-se compreender as relações de hospitalidade e hostilidade da comunidade local e visitantes durante as Olimpíadas 2016. Realizou-se a coleta de dados em artigos de periódicos publicados entre 2010 e 2016; categorização para sistematização de notícias durante o período de realização das Olimpíadas 2016 e discussão de resultados.es_ES
dc.description.abstractThe sports mega-events attract domestic and international travelers with different aims and profiles, with several tourism segments to take care. In Brazil, recent events like the 2014 World Cup and the Olympics Rio 2016 support the research question: Why the Brazilian local community, considered hospi‑ table as individuals, are unable to extend this positive attribute to the professional activities, while hosting national and international visitors? The propositions to consider are: (P1) Besides representing a primary stakeholder, the local community lacks legitimacy, urgency and power in the decision-making process; (P2) The local population does not feel integrated in mega events; in other words, there is not a hospitality rela‑ tionship between event organizers and the local community; (P3) Japan retrieved the concept of omotenashi, as the cornerstone to host 2020 Olympics, bringing the local community as the basis to justify a trip to that country. The research goal was understanding the hospitality and hostility relations between the local com‑ munity and visitors during the 2016 Olympic Games. The methodological procedures used was a data collect in articles published between 2010 and 2016; categorization of the key concepts to classify news found in UOL and G1 portals during the 2016 Olympic Games, data analysis and discussion.en
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isoptes_ES
dc.publisherInstituto Universitario de Ciencias Politicas y Sociales. Universidad de La Laguna (Tenerife, España)es_ES
dc.relation.ispartofseriesPasos, Año 2018, vol. 16 n. 1, pp.135-146;
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internacional*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.titleA falácia da hospitalidade: quem cuida do anfitrião em megaeventos esportivos?pt
dc.title.alternativeThe fallacy of Hospitality: who takes care of the host in sports mega-events?en
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.identifier.doi10.25145/j.pasos.2018.16.009
dc.rights.accessRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesses_ES
dc.subject.keywordMegaeventospt_POR
dc.subject.keywordhospitalidadept_POR
dc.subject.keywordhostilidadept_POR
dc.subject.keywordstakeholders,pt_POR
dc.subject.keywordomotenashipt_POR
dc.type.hasVersioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersiones_ES


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